terça-feira, 4 de junho de 2013

Alecsandro, atacante do Atlético-MG (Foto: Bruno Cantini / Flickr do Atlético-MG)Alecsandro diz que Vasco perde por deixar São
Januário (Foto: Bruno Cantini / Flickr do Atlético-MG)

O atacante Alecsandro conhece bem o adversário do Atlético-MG desta quarta-feira, às 21h (de Brasília). Campeão da Copa do Brasil, em 2011, pelo Vasco, o centroavante chamou a atenção pelo fato de a partida contra o ex-clube ser realizada no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, longe de São Januário, conhecido caldeirão vascaíno.
Para Alecsandro, a equipe carioca perde um forte aliado ao mandar o jogo no interior do Rio de Janeiro.
- Perde bastante. Tirar o jogo de São Januário é ruim para o Vasco, porque eles treinam lá, estão adaptados ao campo, a torcida gosta, e é a casa do Vasco. É a mesma coisa que sair de casa e almoçar na de um amigo. A comida pode ser gostosa, mas não é a mesma de casa. Não se sentem tão à vontade. Esse jogo, de alguma forma, saiu bom para nós. Pegar um adversário que não joga em casa.
Sobre comemorar contra o ex-time, Alecsandro ainda não sabe o que virá pela frente, caso consiga balançar as redes.
- Entrei apenas duas vezes com a cabeça em comemorar de alguma forma. Foi quando meu primeiro filho nasceu, que entrei com uma chupeta, e quando meu segundo filho nasceu, que tinha chupeta também. Foram as duas únicas vezes que entrei em campo já com a ideia de comemoração. Mas, para ela sair, tem que fazer gol. Depois do gol, vejo o que acontece.

Atlético-MG 1 x 1 Tijuana-MEX Victor pega pênalti aos 47 do 2tempo e vai...


Há um ano, na Cidade do Galo, Ronaldinho era apresentado como reforço do Atlético
Há um ano, na Cidade do Galo, Ronaldinho era apresentado como reforço do Atlético
04/06/2013 - 06h00

Ronaldinho completa um ano no Atlético de olho no título da Libertadores

Bernardo Lacerda
Do UOL, em Vespasiano (MG)

  • Comentários 2
Ronaldinho Gaúcho completa nesta terça-feira um ano no Atlético-MG. Contratado com desconfiança e apresentado sem festa, o jogador conseguiu mudar o quadro em pouco tempo e, ao longo desses 12 meses, teve mais momentos felizes do que negativos. Com jeito simples, o atleta conquistou o elenco alvinegro e a confiança dos torcedores, que o fizeram desistir da ideia de se aposentar para cuidar da sua mãe, dona Miguelina, que se curou de um câncer.
Nesse período, Ronaldinho se tornou ídolo no clube e herdou a ‘coroa’ de ‘rei’ do Atlético-MG, passada por Reinaldo José de Lima, que não se cansa de elogiar o atual camisa 10 do alvinegro mineiro, colocando-o na galeria dos maiores ídolos da história do clube. “Passei para o Ronaldinho, ele é o rei do Atlético, por tudo o que vem fazendo, pela sua qualidade, seu nome, duas vezes melhor do mundo. Ele é o novo rei, a torcida deve chamá-lo assim”, salientou.
Ronaldinho chegou ao Atlético-MG em quatro de junho de 2012, após ter deixado o Flamengo pelas portas do fundo, graças a uma liminar obtida na na Justiça do Trabalho, que encerrou o vínculo do atleta com o time carioca. O jogador desembarcou em Belo Horizonte de forma surpreendente, deixando para trás a demanda, que ainda se arrasta sem solução.
  • Leonardo Soares/UOL Ronaldinho fez estreia, com triunfo, sobre Palmeiras, em São Paulo, iniciando trajetória de êxito
Apesar de todas as glórias conquistadas, inclusive os dois títulos de melhor jogador do mundo, Ronaldinho Gaúcho foi apresentado após realizar treinamento na Cidade do Galo, em Vespasiano, sem pompa e circunstância. A badalação aconteceu por conta do grande numero de jornalistas presentes à primeira entrevista coletiva. Antes de ser apresentado, sem festa, até helicópteros para fazer imagem do CT atleticano foram usados por emissoras de televisão.
O primeiro contato com a torcida atleticana, aconteceu no empate com o Bahia, no Independência, por 1 a 1, em que Ronaldinho Gaúcho assistiu a partida e viveu as emoções de um torcedor alvinegro. A estreia oficial aconteceu em São Paulo, com vitória, diante do Palmeiras. A chegada de Ronaldinho Gaúcho foi decisiva para mudar o ‘status’ do Atlético, que de coadjuvante passou a ser grande atração do Brasileirão, torneio do qual foi vice-campeão, garantindo vaga à Libertadores.
O cenário de desconfiança em cima do armador, por parte da imprensa e dos torcedores se modificou ao longo dos 12 meses em que o experiente craque veste a camisa atleticana. Ronaldinho recuperou o bom futebol, conseguiu alcançar o posto de destaque e principal jogador atleticano nas campanhas do Brasileiro e Libertadores e teve reconquistada a imagem positiva, perdida na época de Flamengo.
Ronaldinho Gaúcho: homenagem pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais
Ronaldinho Gaúcho: homenagem pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais
03/06/2013 - 19h29

Há um ano no Atlético, Ronaldinho se tornará 'cidadão honorário mineiro'

Do UOL, em Belo Horizonte
  • Comentários 59
Cidadão honorário de Belo Horizonte, desde o ano passado, o meia-atacante Ronaldinho Gaúcho será homenageado agora pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). Dessa forma, o camisa 10 atleticano vai se tornar cidadão honorário mineiro. A honraria será a segunda recebida pelo jogador do Atlético-MG desde que chegou ao alvinegro mineiro há um ano.
O projeto é de iniciativa do deputado Rogério Correia (PT). O decreto do governador Antônio Anastasia, que é torcedor declarado do Atlético-MG, autorizando a homenagem foi publicado no diário oficial de Minas Gerais em 1º de maio deste ano.
De acordo com Rogério Correia, o título de cidadão honorário para Ronaldinho se deve pelo fato de o jogador ter “desenvolvido papel relevante para a vida dos mineiros”. A data da entrega do título, que será em reunião extraordinária, ainda não está marcada oficialmente.

Ronaldinho atrasa, deixa prefeito de BH esperando, mas recebe título de cidadão honorário

  • Gabriel Duarte/UOL Com mais de uma hora e meia de atraso, Ronaldinho Gaúcho recebeu o título de cidadão honorário da capital mineira, na noite desta segunda-feira, na Câmara Municipal de Belo Horizonte. Com a presença de muitas mulheres, sósias e integrantes de torcida organizadas, o jogador foi homenageado por parlamentares da capital mineira.
Ronaldinho Gaúcho já foi homenageado uma vez com o título de cidadão honorário de Belo Horizonte, quando recebeu o título concedido pela Câmara Municipal, no dia 30 de julho de 2012, apenas dois meses após a chegada do atleta ao clube mineiro.
Naquela ocasião, houve festa para Ronaldinho Gaúcho, que chegou à Câmara Municipal de Belo Horizonte, no Bairro Santa Efigência, escoltado por carreata de motoqueiros atleticanos e foi recebido do lado de fora da sede do Legislativo Municipal por torcedores alvinegros, que o saudaram com gritos típicos de estádios de futebol.
A proposta da honraria foi do então vereador Daniel Nepomuceno (PSB), que também é vice-presidente do clube alvinegro. À época, a assessoria do parlamentar, que foi reeleito, mas atualmente é secretário municipal, o título de cidadania belo-horizontina foi concedido a Ronaldinho por conta do reconhecimento a importantes personalidades que se destacam na área social, cultural, política, artística e esportiva.
Tardelli e Ronaldinho Gaúcho estão fora da partida de quarta-feira, em Volta Redonda
Tardelli e Ronaldinho Gaúcho estão fora da partida de quarta-feira, em Volta Redonda
03/06/2013 - 18h45

Atlético-MG poupa Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli contra o Vasco

Bernardo Lacerda
Do UOL, em Vespasiano (MG)

  • Comentários 17
O técnico Cuca resolveu poupar dois dos seus principais jogadores para a viagem desta segunda-feira a Volta Redonda. O meia-atacante Ronaldinho Gaúcho e o atacante Diego Tardelli não enfrentarão o Vasco, quarta-feira, às 21h, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.
Os dois jogadores sentiram o desgaste físico da maratona de jogos e foram deixados de fora pelo treinador. Sem Bernard, na seleção brasileira que se prepara para a Copa das Confederações, Cuca perdeu a base do sistema ofensivo.
O preparador físico Carlinhos Neves explicou que o treinador conversou com a comissão técnica e os jogadores para decidir a lista de relacionados.
Atlético-MG visita o Newells Old Boys no dia 3 de julho; volta será no dia 10
Atlético-MG visita o Newells Old Boys no dia 3 de julho; volta será no dia 10
03/06/2013 - 18h36

Atlético-MG joga semi da Libertadores 3 dias após fim da Copa das Confederações

Do UOL, em São Paulo
  • Comentários 12
A Conmebol definiu nesta segunda-feira as datas das semifinais da Taça Libertadores 2013. Em seu site oficial, a entidade anunciou que a competição continental voltará a ser disputada em 2 de julho, apenas dois dias após o fim da Copa das Confederações.
A primeira partida será entre Olimpia e o surpreendente Santa Fe, que eliminou o Grêmio logo nas oitavas de final. O time paraguaio jogará o primeiro jogo em casa, às 21h50 (de Brasília). A volta acontece no dia 9, na Colômbia.
Já o Atlético-MG, que se classificou para a semifinal no sufoco contra o Tijuana, começa a disputa por uma vaga na final no dia 3, quarta-feira. O clube mineiro visitará o Newells Old Boys no primeiro confronto e receberá os argentinos no dia 10. Ambos os duelos acontecem às 21h50 (de Brasília).
A definição da data pode atrapalhar a equipe comandada pelo técnico Cuca. Caso o Brasil chege à final da Copa das Confederações, o zagueiro Réver e o meia Bernard, que estão com a seleção brasileira, terão apenas três dias de recuperação e preparação até a primeira partida semifinal.
Alecsandro se irritou por não ter sido aproveitado no empate com o São Paulo
Alecsandro se irritou por não ter sido aproveitado no empate com o São Paulo
03/06/2013 - 18h35

Guilherme e Alecsandro demonstram incômodo com reserva no Atlético-MG

Bernardo Lacerda
Do UOL, em Vespasiano (MG)

  • Comentários 21
Os atacantes Guilherme e Alecsandro adotaram discursos parecidos quanto à falta de oportunidades no Atlético-MG. Os dois atletas aguardam oportunidades para atuar e “aliviar” o desgaste dos titulares e mostram o tom de incômodo por terem poucas chances.
Alecsandro reconhece que não se sente bem no banco de reservas e disse que ficou insatisfeito por não ter entrado diante do São Paulo. “Quando eu não entrar em uma partida que o time está precisando, e eu sair rindo, pode saber que tem algo errado. Eu estou indo embora, tem algo errado, sai nervoso sim”, disse.
“Tenho de ajudar, respeitar a opção do treinador, ele optou por um grande jogador que é o Guilherme, eu respeito, mas não tenho de concordar. O chute no copo foi desabafo, depois eu acertei tudo, conversei com o pessoal, não briguei com ninguém, não discuti com ninguém”, acrescentou Alecsandro

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Marcos Rocha diz que a ausência de treinos tem prejudicado o rendimento da equipe
Marcos Rocha diz que a ausência de treinos tem prejudicado o rendimento da equipe
03/06/2013 - 14h59

Sem vencer há 5 jogos, Atlético convive com falta de tempo para treinar

Do UOL, em Belo Horizonte
  • Comentários 5
Com nove jogos disputados em um mês por três competições diferentes – Libertadores, Campeonato Mineiro e Brasileirão –, o Atlético-MG sente a falta de treinamentos, já que não tem havido tempo por causa da sequência de partidas.
“Já são mais de 30 jogos em cinco, seis meses, a gente não tem tempo para treinar, jogar, infelizmente a perna está ficando pesada, mas a gente vai ter um tempo sem jogos para poder recuperar a parte física, psicológica”, observou o lateral Marcos Rocha.
O Atlético fez um jogo a cada três dias em média durante o mês de maio, até o dia 2 de junho. Nesse período, foram nove partidas, sendo que o jogo contra o Grêmio, pela segunda rodada do Brasileirão, foi adiado, já que no dia seguinte, o time mineiro entrou em campo pelas quartas de final da Libertadores, contra o Tijuana.
Cuca crê que Atlético fará "jogo duro" com o Vasco, quarta-feira, em Volta Redonda
Cuca crê que Atlético fará "jogo duro" com o Vasco, quarta-feira, em Volta Redonda
03/06/2013 - 12h11

Cuca espera dificuldade contra o Vasco: "Não é de matar com unha"

Do UOL, em Belo Horizonte
  • Comentários 1
O técnico Cuca espera dificuldade para o Atlético-MG diante do Vasco, na próxima quarta-feira, às 21h, em Volta Redonda, em partida válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar da derrota do adversário, o treinador atleticano alerta sobre o time comandado por Paulo Autuori.
“Vi o jogo do Vasco e fez dois gols mal anulados (perdeu 2 a 0 para o Vitória), não é de matar com a unha, é time que está se reformulando, tem grandes jogadores. Se olhar, o elenco do Vasco é bom, o treinador é ótimo, é jogo duro”, observou Cuca.
Cuca diz que contratação de reforços é assunto tratado internamente no Atlético-MG
Cuca diz que contratação de reforços é assunto tratado internamente no Atlético-MG
03/06/2013 - 06h15

Com elenco reduzido, Cuca vai definir com diretoria possibilidade de reforços

Do UOL, em Belo Horizonte
  • Comentários 9
Nas últimas semanas o Atlético-MG liberou três jogadores que eram opções para Cuca, casos do volante Serginho, do meia Morais e do atacante Araújo. Dessa forma, o elenco atleticano ficou reduzido, o que dificulta para o treinador descansar titulares, que se dizem desgastados com a maratona de jogos. Essa situação, que envolve a possibilidade de novos reforços, será tratada pelo técnico com a diretoria do alvinegro mineiro.
“Preciso conversar com o presidente (Alexandre Kalil), fazer o que a gente fez até agora, sempre trabalhamos em conjunto, eu o presidente e o Maluf, sempre ouvindo um o outro, é assim que tem de continuar, se viemos bem fazendo assim, temos de continuar fazendo desta forma”, afirmou Cuca.
Desde o término do Campeonato Mineiro e o início do Brasileirão, o Atlético-MG liberou três peças de reposição do elenco, que vinham tendo poucas chances com Cuca. Araújo foi para o Goiás, Serginho emprestado para o Criciúma e Morais rescindiu o contrato amigavelmente.
Tardelli disse estar muito cansado e culpa o desgaste físico pela queda de produção
Tardelli disse estar muito cansado e culpa o desgaste físico pela queda de produção
03/06/2013 - 06h00

Cansaço é o vilão da série de cinco jogos sem vitória do Atlético-MG

Do UOL, em Belo Horizonte
  • Comentários 3
Ao empatar com o São Paulo, por 0 a 0, no domingo, no Independência, o Atlético-MG completou seu quinto jogo consecutivo sem triunfo, ´por três competições diferentes: Campeonato Mineiro, Libertadores e Brasileirão. O vilão da série sem vitória, segundo os jogadores atleticanos, é o cansaço. “Não tem super herói”, salientou o volante Pierre.
Os atletas do alvinegro mineiro reconheceram que o time não teve pernas, no primeiro empate sem gols da equipe na atual temporada, mas consideraram a queda de rendimento como natural.
“Não tem super homem, não somos máquinas, é difícil uma equipe manter uma performance de 100%, no primeiro semestre, são muitos jogos, isso não é desculpa, mas a maratona é grande e o cansaço também”, observou Pierre.
Técnico Cuca não gostou do resultado, mas evitou lamentar e quer três vitórias

Cuca admite atuação pouco intensa e lamenta perda de dois pontos em casa

Do UOL, em Belo Horizonte
  • Comentários 9
O técnico Cuca reconheceu que o Atlético-MG não teve grande atuação diante do São Paulo, neste domingo, pela terceira rodada do Campeonato Brasileiro, mas considerou que acertou em ter escalado o time com força máxima. Para Cuca, o empate em 0 a 0, no Independência, foi resultado ruim. “Perdemos dois pontos”, enfatizou o treinador.
“Poderíamos ter ganho pelo que fizemos no segundo tempo, mas não aconteceu, não adianta ficar lamentando, eles (São Paulo) perderam uma chance clara também, empatou, mas vida que segue, segunda rodada do Campeonato, vamos jogar lá na frente com Vasco, Santos e Grêmio, são nove pontos e vamos fazer o possível para conseguir acabar esses primeiro cinco jogos com 10 pontos”, disse Cuca.
O treinador reconheceu que a atuação atleticana não foi intensa como normalmente acontece dentro do Independência. Porém, Cuca destacou o desgaste apresentado pelo time. “Você joga quinta até meia noite, volta hoje, o time está cansado, sente este desgaste, é normal, enfrenta um adversário descansado, bem preparado”, afirmou.

02/06/2013 Entrevista Coletiva: Cuca


02/06/2013 21h19- Atualizado em 02/06/2013 21h19

Atuações: Rogério Ceni e Aloisio se destacam em jogo sem gols e emoção

Atlético-MG e São Paulo têm duelo de poucas oportunidades e participações individuais discretas. Diego Tardelli é um dos que se salvam no Galo

Por GLOBOESPORTE.COMBelo Horizonte
39 comentários
Header ATLETICO-MG (Foto: Infoesporte)
VICTOR - GOLEIRO
Herói na Libertadores, teve pouco trabalho contra o São Paulo, mas assustou ao sair errado em um cruzamento que quase resultou em gol. Tem crédito com a massa.
Nota: 5,5
MARCOS ROCHA – LATERAL DIREITO
Ainda se recuperando de um problema intestinal, o lateral não avançou como de costume e foi substituído no intervalo. Salvou um gol quase certo de Lúcio.
Nota: 5,5

JOSUÉ - VOLANTE
Entrou no intervalo na vaga de Marcos Rocha para dar mais equilíbrio à marcação no meio-campo e controlou bem o setor.
Nota: 6
GILBERTO SILVA - ZAGUEIRO
Usou os atalhos da experiência para desarmar, quase sempre com sucesso. No fim, cansou e deu mais espaços a Aloísio.
Nota: 6
LEONARDO SILVA - ZAGUEIRO
Abaixo do companheiro de zaga, sofreu com a velocidade de Osvaldo quando este caiu por seu setor.
Nota: 5,5
RICHARLYSON - LATERAL-ESQUERDO
Abaixo do companheiro de zaga, sofreu com a velocidade de Osvaldo quando este caiu por seu setor.
Nota: 4,5
PIERRE - VOLANTE
Sem Jadson e Ganso do outro lado, ficou sem função em alguns momentos do jogo. Tentou compor como um terceiro zagueiro.
Nota: 5

ROSINEI - VOLANTE
Demorou para se achar em campo, mas teve pouco tempo para isso. Substituiu Pierre.
Nota: 5
LEANDRO DONIZETE - VOLANTE
Discreto no primeiro tempo, “quebrou o galho” como lateral na segunda etapa, sem comprometer.
Nota: 5,5
RONALDINHO GAÚCHO - MEIA
Teve de buscar jogo no meio-campo, às vezes até no campo de defesa do Galo. Mostrou a técnica de sempre, mas os companheiros não estavam tão inspirados.
Nota: 5,5
DIEGO TARDELLI - ATACANTE
Mais recuado, fez bem o papel de armar o jogo para Luan e Jô, correu demais e cobriu bem os avanços de Juan pela lateral do Tricolor.
Nota: 6
LUAN - ATACANTE
Rápido pela esquerda, foi quem mais levou perigo ao São Paulo. A velocidade foi inversamente proporcional à precisão. Muito mal nas finalizações.
Nota: 5,5

GUILHERME - ATACANTE
Entrou no lugar de Luan no abafa, no fim do jogo, e ainda teve uma chance em cabeçada bem defendida por Rogério Ceni.
Nota: 5,5
- ATACANTE
Ficou muitas vezes em impedimento e virou quase uma “parede” no ataque. A bola batia nele, voltava, e a jogada não prosseguia.
Nota: 5
Header Sao Paulo (Foto: Infoesporte)
ROGÉRIO CENI - GOLEIRO
Exigido no fim, correspondeu, mostrou segurança e evitou a derrota do São Paulo em belo chute defendido de Jô.
Nota: 6,5
DOUGLAS. – LATERAL DIREITO
Começou muito mal, errando passes e pecando na marcação. Melhorou quando foi posicionado mais à frente. Teve boa chance de abrir o placar no segundo tempo.
Nota: 5
PAULO MIRANDA - ZAGUEIRO
Voluntarioso, conseguiu evitar que Jô fizesse seu tradicional trabalho de pivô para os atacantes do Atlético.
Nota: 5,5
LÚCIO - ZAGUEIRO
Vitalidade de sempre, desta vez com maior controle emocional. Também levou perigo no ataque e quase marcou de cabeça.
Nota: 6
THIAGO CARLETO - LATERAL-ESQUERDO
Saiu lesionado antes dos dez minutos de jogo.
Sem nota.
JUAN - LATERAL ESQUERDO
Esquecido no Tricolor, mostrou o futebol de sempre: perigoso no ataque, também “perigoso” na defesa, levando canseira de Diego Tardelli. Substituiu Carleto.
Nota: 5
RODRIGO CAIO - VOLANTE
Fez partida segura, com possibilidade até de se arriscar no ataque e ajudar na armação.
Nota: 6
DENILSON - VOLANTE
Antes mesmo da expulsão por um toque de mão na bola, não viu Luan, Ronaldinho, nem Tardelli. Muito mal na marcação, sua principal função em campo.
Nota: 4
MAICON - MEIA
Não é o armador clássico que o time costuma ter, mas teve de se adaptar. Poucos passes em profundidade. Ficou sumido a maior parte do jogo.
Nota: 5
LUCAS EVANGELISTA - MEIA
Em sua estreia como profissional, correu demais, pediu bola, mas não pôde mostrar muito. Apagou na segunda etapa.
Nota: 5,5
WELLINGTON - VOLANTE
Com a expulsão de Denílson, entrou na vaga de Lucas Evangelista apenas para assegurar o empate sem gols.
Nota: 5,5
OSVALDO - ATACANTE
Além do gol incrível que perdeu no segundo tempo, foi presa fácil para a marcação do Galo. Ele não costuma ser tímido assim.
Nota: 5
ALOISIO - ATACANTE
Disparado, melhor tricolor em campo. A raça costumeira foi acompanhada de bons lances pelo lado direito, inclusive aquele que quase deu o gol a Osvaldo.
Nota: 6,5
RHODOLFO - ZAGUEIRO
Outro que foi acionado só para garantir o resultado. Entrou no lugar de Aloísio.
Nota: 5

Com quinto jogo sem vitória, R10
reconhece que time está cansado

Além do Brasileirão, Galo está na disputa da Libertadores, com jogos fora
do Brasil. Desgaste físico contribui para empate em 0 a 0 com o São Paulo

Por GLOBOESPORTE.COMBelo Horizonte
52 comentários
Um empate dentro de casa contra um São Paulo que teve um jogador a menos desde os 15 minutos do segundo tempo. À primeira vista, não é um feito a ser muito comemorado, mas o 0 a 0 deste domingo agradou aos atleticanos (veja os melhores momentos no vídeo ao lado). Em especial ao meia Ronaldinho Gaúcho. Ele destacou o desgaste dos jogadores alvinegros pela sequência de jogos, já que, além do Brasileirão, o time está na disputa da Libertadores. Por outro lado, o meia se mostrou satisfeito com o recorde atingido pelo Galo: agora são 50 jogos invictos como mandante, algo que só Grêmio e Góias já atingiram no Brasil.
- Com um jogador a mais, jogando em casa, a gente sempre busca a vitória aqui. Não conquistamos a vitória, mas também a gente fica feliz de ter entrado para a história.
Para Gaúcho, o desgaste físico e psicológico foi determinante para a atuação aquém do alvinegro. R10, inclusive, comemora a parada que o time vai ter durante a Copa das Confederações, na segunda quinzena de junho.
- A gente praticamente não teve tempo para treinar. Do Mineiro até agora, a gente só treinou uma vez. É demais. Acho que essa parada vai fazer muito bem pra gente. Dá tempo de desligar um pouquinho e fazer uma boa preparação para aguentar o segundo semestre.
O Atlético-MG chegou ao 50º jogo sem derrota como mandante, mas também completou o quinto jogo seguido sem vitória. Antes desse domingo, dois empates com o Tijuana e derrotas para Coritiba, pelo Brasileirão, e Cruzeiro, na final do Mineiro. Segundo R10, já era esperada uma queda de rendimento da equipe neste momento da temporada. Por isso, ele espera que o Galo consiga pontos importantes nos três jogos que faltam antes da Copa das Confederações.
- É viagem toda semana, joga hoje e viaja amanhã, chega e joga, não tem tempo para treinar. Agora é torcer para esses três jogos passarem o mais rápido possível, para podermos descansar e voltar bem nos próximos jogos.
Nesta quarta, o Galo encara o Vasco, em Volta Redonda. Depois, pega o Grêmio, jogo válido pela segunda rodada do Brasileirão. Por fim, enfrenta o Santos, na Vila Belmiro.

Lances de Atlético/MG 0 x 0 São Paulo - 02/06/2013 - Belo Horizonte/MG


domingo, 2 de junho de 2013

PROXIMO JOGO DO GALO,DIA 5 QUARTA FEIRA

GALO 0X0 SAO PAULO

Com um a mais, Galo não se encontra e fica no 0 a 0 com o Tricolor
Atlético-MG deu sinais claros de cansaço após o jogo de quinta, com o Tijuana. São Paulo, que teve Denilson expulso, volta à ponta do Brasileiro
    A CRÔNICA
    por Tarcísio Badaró
    Com desfalques dos dois lados, Atlético-MG e São Paulo se encontraram pela quinta vez nesta temporada e, pela primeira vez, ficaram no 0 a 0. O resultado serviu para o Tricolor Paulista se manter na liderança do Brasileirão, e permitiu ao Atlético-MG seguir invicto no Independência: já são 36 jogos. Mas fica um alerta: é o quinto jogo do time sem vencer. A equipe de Ney Franco talvez tenha sido a mais satisfeita com o resultado. Afinal, embora tenha sido melhor, estava fora de casa e jogou a maior parte do segundo tempo com um homem a menos.
    Embalado pela classificação à semifinal da Libertadores, mas desgastado após a partida de quinta-feira, contra o Tijuana, o Atlético-MG teve de superar as ausências de Réver e Bernard, que estão com a seleção brasileira. O São Paulo não tinha Jádson, Ganso e Luis Fabiano. Teve de apostar no garoto Lucas Evangelista e Aloísio. O segundo brigou muito e deu trabalho.
    Antes de a partida começar, muita festa para o goleiro Victor, que classificou o Atlético-MG para as semifinais da Libertadores ao defender um pênalti no último minuto de jogo, contra o Tijuana, na última quinta-feira, no Independência. Já as máscaras da morte, que fizeram a festa da torcida no último jogo, não marcaram presença. O sofrimento alvinegro diante dos mexicanos, quando o Galo viu de perto a eliminação do torneio continental, parece ter levado à conclusão de que não trouxeram sorte. Nenhuma foi vista nas arquibancadas.
    O empate serviu para o São Paulo se manter na liderança do Brasileirão após três rodadas. O Tricolor chegou aos sete pontos conquistados, ficando a frente de Vitória e Botafogo pelo saldo de gols. Já o Galo somou o primeiro pontinho na competição. Com um jogo a menos que a maioria, o Galo figura no Z-4: é o 19º.

    À vontade com a 10, Neymar não decide, mas recupera apoio da torcida

    Atacante usou a lendária camisa pela segunda vez no time principal. Diferentemente do Mineirão, ele foi ovacionado no Maracanã

    Por Alexandre Lozetti, Leandro Canônico e Márcio IannaccaRio de Janeiro
    59 comentários
    Enquanto um avião fretado pelo Barcelona era preparado no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, para Neymar ir se apresentar ao novo clube, a bola rolava para Brasil e Inglaterra, no estádio do Maracanã. Principal atração do amistoso, o atacante vestiu a camisa 10 da seleção brasileira pela segunda vez – já havia jogado com ela na derrota por 3 a 2 para Alemanha, em 2011.
    De gola levantada e semblante sério, Neymar cantou o hino nacional de ponta a ponta. Estava concentrado. A movimentação dele em campo, principalmente no primeiro tempo, deixou bem claro que o jogador estava ligado. Mesmo fora de sua posição normal (aberto pela esquerda), o atacante se esforçou bastante enquanto ficou centralizado. Ficou evidente, no entanto, que ele não tem experiência ali.
    Neymar, Brasil x Inglaterra (Foto: Alexandre Durão)Neymar comandou a seleção brasileira (Foto: Alexandre Durão)
    Posicionamentos à parte, o ex-jogador do Santos foi o responsável pelos principais lances de perigo da Seleção na etapa inicial. Começou com um voleio, depois com chutes de fora da área, jogadas individuais, tentativas na bola parada... Neymar foi participativo. Com ou sem a bola. Levou mais perigo, é verdade, quando voltou a cair pela esquerda do ataque. Mas parou no goleiro Hart.
    Na etapa final, Neymar voltou a jogar definitivamente em sua posição. Mas não teve participação no primeiro gol do Brasil, marcado por Fred. Apareceu pouco. Talvez por cansaço. Ou também pela melhor marcação inglesa. Mas estava ali para abraçar Paulinho no gol de empate da seleção brasileira. Voluntarioso, pressionou a saída de bola do adversário na tentativa da virada. Não deu!
    Se a vitória não foi conquistada pela Seleção, ao menos Neymar viveu uma experiência mais positiva do que a anterior com o time nacional. Dessa vez não foi vaiado e chamado de pipoqueiro como no empate por 2 a 2 com o Chile, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte. Pelo contrário. No anúncio da escalação o seu nome foi o mais ovacionado pelos 60 mil torcedores presentes ao Maracanã.
    Neymar e Hart, Brasil x Inglaterra (Foto: Reuters)Neymar divide com o goleiro Joe Hart (Foto: Reuters)
    Quando ia para as cobranças de escanteio, acenava para a torcida e recebia aplausos e gritos de incentivo de volta. Bom cenário para o começo de uma nova era em sua vida. Nesta segunda-feira, depois de uma longa negociação, Neymar será apresentado como reforço do Barcelona, na Espanha. Ao voltar para a seleção brasileira na terça, ele será definitivamente um jogador do futebol europeu.
    É o que muitos acreditavam que faltava para o atacante, enfim, deslanchar na Seleção. Para aqueles que não viram o jogador em ação nos campos brasileiros, seja pelo Santos ou pelo time nacional, a Copa das Confederações está aí como oportunidade. O Brasil estreia no dia 15 de junho, contra o Japão, em Brasília. Antes, no dia 9 de junho, faz amistoso com a França, em Porto Alegre.

    GOLS - Botafogo 2 x 1 Cruzeiro - Campeonato Brasileiro [01/06/2013]


    Sem Libertadores, marca histórica é
    o que move o Galo diante do Tricolor

    Time pode chegar aos 50 jogos sem derrota como mandante

    Por Léo SimoniniBelo Horizonte
    135 comentários
    Na última quinta-feira, pela primeira vez, o Atlético-MG fez história ao ficar entre os quatro melhores times da América. E o feito veio com muito sofrimento, graças a um pênalti defendido por Victor aos 47 minutos do segundo tempo. Mas, como no futebol não existe muito tempo para curtir uma glória ou se consumir no sofrimento, o time já volta a campo neste domingo, para encarar o São Paulo, em jogo válido pelo Brasileirão.
    Atlético-MG, torcida, Independência (Foto: Bruno Cantini  / Site Oficial do Atlético-MG)Neste domingo, Galo pode fazer história no Independência (Foto: Bruno Cantini / Atlético-MG)
    E por ser apenas a segunda rodada da competição para os mineiros, buscar motivação para um duelo destes, após a épica quinta-feira não é das tarefas mais fáceis. Só que um recorde vai estar em jogo e promete ajudar Cuca a animar os jogadores: em caso de empate ou vitória, o time passará a ter a maior série invicta em casa na história do futebol brasileiro, com 50 jogos. Atualmente o recorde é dividido com Grêmio e Goiás. Possível titular, já que Ronaldinho Gaúcho tem reclamado de dores musculares, Guilherme promete repassar a informação aos companheiros.
    - Acho que poucos sabem dessa informação, eu mesmo não sabia e acho que é importante quebrar tabus, fazer história, isso é interessante. Vou falar com o pessoal, alguns já devem saber, mas vou comentar porque isso é bem legal.
    A série invicta começou em novembro de 2011, quando o Galo bateu o Avaí, por 2 a 0, na Arena do Jacaré. Depois disso, foram mais 40 vitórias e nove empates. A última derrota ocorreu justamente para o Cruzeiro, em agosto de 2011, também na Arena do Jacaré. Para um time de outro estado, o último revés foi no Ipatingão, contra o Corinthians, derrota por 3 a 2, no dia 17 de agosto daquele ano. Marcos Rocha é outro que pensa nos números antes de entrar em campo para se motivar ainda mais.

    - Isso motiva, não queremos perder de jeito nenhum. São 49 jogos sem perder em nossas redondezas, vamos manter esse tabu, é difícil, mas quem sabe a gente não consiga esse feito histórico para o Atlético-MG?